Arquivo para dezembro, 2008

O réveillon e suas intenções

Posted in Vinhos, muito prazer on 17/12/2008 by André Muricy
Outro francês que merece atenção é o Grand Theatre, Pinot Noir

Outro francês que merece atenção é o Grand Theatre, Pinot Noir

O que beber na festa de réveillon vai depender de quais são as suas intenções para a noite. Se optar por um programa mais tranqüilo, sem objetivos de embriaguez, você pode compartir um delicioso Grand Theatre, Pinot Noir. De teor alcoólico agradável, 12,5%, este francês faz uma festa no paladar.

 

 

 

 

O Dimple é um prazer sem ressaca

O Dimple é um prazer sem ressaca

Porém, se suas intenções são chegar em casa já com o sol quente, parta para um bom uísque. O Dimple é suave e de alta qualidade. Se você ficar só nele, sem misturar com outras coisas, vai acordar sem ressaca. Vale a pedida.

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Um vinho pro Natal

Posted in Vinhos, muito prazer on 15/12/2008 by André Muricy
 
Leve e saboroso, um Beoujolais cai bem na noite de Natal

Leve e saboroso, um Beaujolais cai bem na noite de Natal

Com toda essa variedade de pratos do jantar do Natal, é meio difícil saber que vinho tomar. Para aumentar as chances de acerto, nada melhor do que um Beaujolais. Vindo de Borgonha, na França, é um vinho leve, alegre e saboroso. 

Perfeito para ocasiões que podem se transformar em uma farra. Na verdade, qualquer celebração já é um bom momento para se beber algumas garrafas, até porque o preço, a partir de R$ 36,00, é bem convidativo, tanto que é a segunda vez que o cito aqui.

 
 

Da água para o vinho

Posted in Vinhos, muito prazer on 02/12/2008 by André Muricy
Uma das raras nascentes na também rara Mata Atlântica

Uma das raras nascentes na também rara Mata Atlântica

Parece óbvio (e é mesmo) só que a turma esquece que o melhor acompanhamento para qualquer bebida alcoólica é mesmo a boa e velha água. Essa você pode tomar em abundância que não vai fazer mal. Ela também serve para “lavar” a boca que irá provar outro vinho, mas não o copo. Há controvérsias, mas certa feita um amigo me falou que o correto é não lavarmos a taça para provar outro vinho. “É bom utilizarmos a mesma taça para mantermos as propriedades do álcool. As propriedades aparecerão mais”, disse ele. Não sei se ele inventou isso, mas achei que faz certo sentido. Dei valor porque ele me passou outra informação que realmente procede. O contato do vinho com o ar faz o álcool se dissipar, deixando os aromas e sabores mais salientes.

A foto acima é proposital. Ela mostra claramente que a água que bebemos vem da natureza. Faço questão de colocá-la porque tem gente que esquece disso e levam os filhos a crer que a água vem da parede. Parece absurdo, mas não é. Já ouvi um comentário desses no supermercado. É o individualismo latente que vivemos hoje. Ainda bem que existem vinhos para gente comemorar e compartir.