Arquivo para fevereiro, 2009

Volpi, um Salton mais que brasileiro

Posted in Brasileiros on 18/02/2009 by André Muricy
Entre os vinhos brancos brasileiros, este Volpi é uma ótima pedida

Entre os vinhos brancos brasileiros, este Volpi é uma ótima pedida

As bandeirinhas do artista italo-brasileiro Alfredo Volpi realçam a brasilidade deste ótimo vinho da Salton, safra 2008. A uva Chardonnay é uma beleza para realçar até os pratos mais comuns. O preço, apenas R$ 23,00, é mais um forte motivo para você degustar um excelente vinho brasileiro.

Na oportunidade, você pode brindar à memória de Ângelo Salton Neto (morto na semana passada), um grande empreendedor que tornou a marca Salton uma das maiores no segmento brasileiro e cuja competência fez o faturamento da empresa pular de R$ 91 milhões em 2001 para 180 milhões em 2008.

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Um branco endiabrado

Posted in Vinhos brancos on 18/02/2009 by André Muricy
Não sobrou nada deste ótimo chileno

Não sobrou nada deste ótimo chileno

É impressionante como os conceitos podem mudar quando se conhece coisas novas. Eu era uma daquelas pessoas que tinha aversão a vinhos brancos, pensava que só os tintos faziam a festa. Agora, com esse calor intenso de Maceió, só tenho bebido brancos, em qualquer ocasião.

Em um almoço, escolhemos o tradicional Casillero del Diablo,  só que desta vez o branco. Seus 13,5% de álcool não foram problema. Ao primeiro gole, este chileno manteve o bom padrão Casillero e desceu muito bem. Quando ficou mais gelado, melhorou ainda mais. Ao preço de R$ 28,00, este vinho consegue deixar qualquer encontro mais divertido.

Depois de alguns goles, dá para fazer confusão com tanta taça

Depois de alguns goles, dá para fazer confusão com tanta taça

Villa Sandi e suas bolhinhas luxuriosas

Posted in Vinhos brancos on 09/02/2009 by André Muricy
Esta bebida italiana enche o paladar e mente

Esta bebida italiana enche o paladar e mente

Nesse tempo quente do Nordeste, conheci um prosecco italiano chamado Villa Sandi (R$ 38,00). Bem gelado e com 11% de teor alcoólico, esta bebida engana. Por ser uma delícia bem gelada, você acaba se empolgando e tomando mais do que devia. A cor é uma coisa linda, o sabor fantástico e as bolhinhas – que não cessam – hipnotizam. Foi uma noite que começou agradável e terminou libidinosa. Quem quiser enlouquecer, é só encarar as bolhinhas luxuriosas.

Cuidado com essas bolhinhas, elas hipnotizam

Cuidado com essas bolhinhas, elas hipnotizam

Do Chile, o Domaine Conté Sauvignon merece

Posted in Vinhos brancos on 09/02/2009 by André Muricy
Uma boa opção para o almoço ou jantar

Uma boa opção para o almoço ou jantar

Não sei se procede, mas um sommelier disse que as mulheres preferem vinhos brancos com a uva Sauvignon Blanc. Isso porque “a Chardonnay tem um certo gosto de maça verde no final, meio amargo”, diz ele. Bom, questões à parte, eu encarei num almoço o chileno Domaine Conté, 13,5%. Como estava muito bem acompanhado (da minha mulher, lógico) não quis arriscar, optei pela Sauvignon Blanc. Foi um sucesso e ainda dei uma de ferão contando essa história, mas citando a fonte, claro. É chato quando você faz um inocente comentário e pensam logo que você é pedante (chato isso). Sou só um curioso sem pretensões.

Couteiro-Mor branco é ótimo para o dia-a-dia

Posted in Vinhos brancos on 09/02/2009 by André Muricy
Bem gelado, este chileno é muito refrescante

Bem gelado, este portuga é muito refrescante

Estou cada vez mais viciado nos brancos. Maceió está um calor só. Durante o dia ou à noite não tem para aonde fugir, qualquer lugar é muito quente. Talvez por conta disso, eu só tenha tomado vinhos brancos bem gelados nas últimas semanas. Um que adorei foi o Couteiro-Mor. Esse portuga refresca tanto um bom almoço, quanto um jantar. Com 12,5% de álcool, ele apresenta um ótimo custo-benefício, apenas R$ 23,90. Este é um vinho para se tomar em ocasiões corriqueiras, onde você quer uma bebida agradável sem gastar muito.

O Mateus Rosé tem uma garrafa legal…

Posted in Vinhos intensos on 09/02/2009 by André Muricy
O Mateus Rosé me pareceu um pouco adocicado no final

O Mateus Rosé me pareceu um pouco adocicado no final

Um amigo português quis voltar às suas origens e me apresentou um vinho que ele tomava quando adolescente em Portugal, o Mateus Rosé. Este vinho lembra um pouco (bem de longe) um espumante. O formato de sua garrafa é diferente, foi inspirado nos cantis dos soldados da 1ª Guerra Mundial. Com 11% de teor alcoólico, este rosé de mesa é leve, fresco, mas o sabor é meio esquisito. Na verdade quem gosta de vinhos adocicados vai gostar. Valeu a pena conhecer, mas não pretendo repetir. Prefiro dar R$ 27,00 em um bom brasileiro.